NOITES URBANAS
Negra a noite que cai sobre esta cidade escura
Miséria, riqueza, contrastes necessários para se ter
Vê-se um movimento desconexo daqueles que por ali andam
Máquinas sujas deixam suas marcas no asfalto onde se arrastam
Luzes, cores, movimento, dinâmica ensurdecedora
Mendigos caem nas bermas envoltos na dita bondade daquele que lhe deu
Esconderijo secreto que todos conhecem
Acordem agora esses que vivem com os males dos outros
Amigos do alheio toca a bulir
Aqui é que tudo se passa
As noites da urbe são como um turbilhão ébrio de acontecimentos sem fim
Aqueles que dormem, aprisionados do mundo do sonho
Porque é isso mesmo!
Tudo não passa de um sonho
Waga

0 Comments:
Post a Comment
<< Home